domingo, 13 de maio de 2018

Israel Vence Festival Eurovisão

Israel venceu o Festival Eurovisão da Canção 2018, que se realizou em Portugal, no Altice Arena em Lisboa, onde concorreram na final 26 países, dentre os quais se destacaram na votação final além do vencedor que atingiu os 529 pontos, seguiu-te o Chipre em 2.º lugar

domingo, 8 de abril de 2018

Citações # 31 - Noam Chomsky

Tal como na "Caverna" de Platão, a verdade dos factos é inacessível à esmagadora maioria dos cidadãos, são apenas sombras e visões ofuscadas. Todavia, não é impossível de ser obtida, através de uma mente critica e livre.

A Frase de Noam Chomsky "A população não sabe o que está a acontecer, nem sequer sabe, que não sabe", ilustra bem, a meu ver, a alienação em que as massas se encontram, em parte por força de uma comunicação desvinculada da sua vocação de informação e esclarecimento, e em parte por renúncia e comodismo que aparentemente parece haver na ignorância da própria ignorância.


Autor: Filipe de Freitas Leal

Contador de visitas Leituras visualizações

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

sábado, 7 de abril de 2018

A Mentalidade de Quintal - As Fronteiras

Porquê não podemos estar informados e ter opinião da política internacional, do que se passa ao redor do mundo ou num outro país? Porquê não?
Não vivemos na aldeia global? Não são países democráticos? O debate não enriquece a democracia? Não entendo, sinceramente que não entendo a mentalidade de quintal (fronteiras),

domingo, 25 de março de 2018

Mudança da Hora

A Hora de Verão iniciou-se neste domingo dia 25 de março, pelas 2h00; hora em que os ponteiros do relógio foram movidos para a 3h00 da madrugada, aumentando assim em uma hora no hemisfério norte, visto que a hora de inverno já está em vigor no Hemisfério sul, a diferença horário entre Lisboa e Brasília é neste momento de quatro horas, + 4 hs para Portugal, e - 4 hs para o Rio de Janeiro, São Paulo entre outras. Manaus e Rio Branco por exemplo têm um fuso horário à parte, sendo nessas cidades, - 5 hs face a Lisboa.

Em Portugal, a mudança horária, com a instituição da Hora de Verão, deu-se pela primeira vez em 1916, mas não tinha uma regulamentação uniformizada com o resto da Europa, algo que só ocorreu em 1997. O objetivo de se utilizar um horário diferente para o período do verão, é economizar energia elétrica.

No Brasil, os Estados do Nordeste optaram por não adotar o horário de verão, que foi instituído pela primeira vez em 1931 para todo o território nacional, todavia houve inúmeros anos em que a hora de verão não foi aplicada, sendo reintroduzido em 1985.

Como em tudo, há sempre os prós e os contras, bem como os adeptos e os opositores desta medida, nomeadamente no que concerne a efeitos nefastos sobre o sono e o cansaço das pessoas, nas primeiras semanas dos períodos de mudança horária.

Por Filipe de Freitas Leal

Sobre o Autor                                                                           
Filipe de Freitas Leal é Licenciado em Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. É estagiário como Técnico de Intervenção Social numa ONG, vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, Blogger desde 2007, com o ideal de cariz Humanista, além disso dedica-se a outros blogs de cariz filosófico e poesia.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Afinal o que é a Liberdade, quem é Livre?

Tenho-me perguntado, sobre a liberdade; quero saber o que é a liberdade e até que ponto somos de facto livres? Em que medida, as nossas escolhas - certas ou não - são verdadeiramente feitas de forma livre?
Quanto do que somos hoje é fruto, mais das circunstâncias do que de escolhas?
E as escolhas, não serão elas mesmas feitas por opções circunstanciais, por conseguinte isentas de liberdade?
Se por um lado o tempo e o espaço, são condições que nos forçam a escolhas pela escassez do primeiro e pelos limites do segundo, o que nos resta? Creio que muito pouco, devido a que das nossas opções, poucas são fruto de escolhas, e, do que será possível escolher, será sempre dentro um número muito reduzido de opções.
Ou seja, a época e a condição em que se nasce, as condições de saúde, a estrutura familiar, o meio em que se vive, as circunstâncias sociais, políticas e económicas não deixam margem para dúvida.
No entanto, parece que os dilemas que as circunstâncias nos impõem, dão algum sentido à vida, algo que de outro modo não existiria com a plena liberdade.
Autor: Filipe de Freitas Leal

Contador de visitas Leituras visualizações

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Tchéquia - O Novo Nome da República Tcheca


Desde julho de 2016, que a República Tcheca, decidiu alterar a sua toponimia, ou seja, passou a ser commumente denominada de 
Tchéquia, à semelhança do que é o Brasil, face ao nome oficial de República Federativa do Brasil, Portugal face a República Portuguesa, Espanha em relação ao Reino de Espanha e assim por diante.

Depois do fim do Regime Comunista de linha dura, que havia endurecido com a invasão soviética em 1968, para pôr cobro à Primavera de Praga na Então Tchecoslováquia, depois do fim do comunismo e da subsequente cisão da Eslováquia, a única coisa que permanece para além da língua é a bandeira. A Tchéquia é assim o nome curto para ser mais fácil a identificação do país, em etiquetas, rótulos e noutros aspectos importantes do ponto de vista do marketing comercial.

A proposta onomástica de usar-se o nome simples, em vez do nome oficial de "República Tcheca", vinha há muito sendo estudado pelas autoridades, e o atual governo decidiu-se por apoiar o uso do nome curto, informando esta inovação do nome à ONU, bem como passou a solicitar aos diversos países com os quais desenvolve relações diplomáticas ou comerciais, a utilização do mesmo, inclusivamente porque os rótulos dos produtos tchecos passam a vir com a designação inglesa de "Czechia".

No entanto, está a ser lenta a adaptação, muitos mapas de livros escolares, ainda vêm com o termo República Tcheca, e os meios de comunicação ainda mantêm o nome oficial em detrimento do nome curto. Resta esperar mais um pouco, e sermos nós também a nos habituarmos a dizer Tchéquia.

Autor: Filipe de Freitas Leal

Contador de visitas Leituras visualizações

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

A Ditadura do "Politicamente Correto"

A obsessão do "Politicamente Correto", leva-nos de uma ditadura a outra, e em ambos os campos, somos tidos como gado.

Assim, da politica às artes, o "Politicamente Correto" inibe a verdadeira liberdade de expressão e revela-se como uma nova forma de tirania.


A moda, por exemplo, é ao contrário do que parece, uma nova forma de opressão, por vezes com laivos de rebeldia e inovação, mas que resulta ao fim e ao cabo na manipulação cultural das massas.


O politicamente correto, é assim uma verdadeira febre de hipocrisia que varre o mundo ocidental, pondo tudo e todos em causa, sem dar qualquer sinal de preocupação para apresentar soluções para os principais problemas da atualidade.Todavia, não estou a sugerir o extremo oposto, do desrespeito ou do ultra-conservadorismo, o que entendo é que devemos viver e deixar viver.



Autor: Filipe de Freitas Leal


Contador de visitas Leituras visualizações

Sobre o Autor

Filipe de Freitas Leal nasceu em Lisboa, em 1964, estudou Serviço Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Estagiou como Técnico de Intervenção Social numa Instituição vocacionada à reinserção social de ex-reclusos e apoio a famílias em vulnerabilidade social, é blogger desde 2007, de cariz humanista, também dedica-se a outros blogs de temas diversos.

Twitter Facebook blogger E-mail Print Friendly Favorites More

 
Projeto gráfico pela Free WordPress Themes | Tema desenvolvido por 'Lasantha' - 'Premium Blogger Themes' | GreenGeeks Review